Com fins religiosos

(Versos ainda não populares)

Nabos, Covilhetes, Rojões,
Vinhinho, Presunto, Lampreia,
Assim se ganham uns tostões
Depois de regada uma ceia.

Em Portugal, país de padres
Só os cristãos são boa gente.
Cá na Bila é o cobilhete
Que faz tudo andar para a frente.

Consumi que nem um abade
E tenho a barriguinha cheia,
Fiz tudo de boa vontade
Que o diga o povo da aldeia.

E mais não vos digo por ora

(Isto não é plágio, décima filha de Mnemósine – sómente inpiração)

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